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| Tuesday, 30-Aug-2005 00:00 |
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:.aGOSTO.:
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roberto (dia 18), eduardo (dia 15), mãe (dia 27), pai
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vó Lila (dia 18)
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este mês foi aniversário deles... e foi dia dos pais também...
pessoas que amo demais... as palavras não traduzem...
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| Sunday, 28-Aug-2005 00:00 |
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:.human behaviour.:
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If you ever get close to a human
And human behaviour
Be ready to get confused
There's definitely no logic
To human behaviour
But yet so irresistible
There is no map
To human behaviour
They're terribly moody
Then all of a sudden turn happy
But, oh, to get involved in the exchange
Of human emotions is ever so satisfying
There's no map and
A compass
Wouldn't help at all
- Björk -
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| Thursday, 25-Aug-2005 00:00 |
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:.viagem.:
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Se desmorono ou se edifico
Se permaneço ou me desfaço
não sei, não sei. Não sei se fico
Ou passo
Sei que canto. E a canção é tudo
Tem sangue eterno a asa ritmada
E um dia sei que estarei mudo
mais nada
- Cecília Meireles -
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| Wednesday, 24-Aug-2005 00:00 |
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:.ária.:
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Na noite profunda,
deixa-me existir
como os loucos em nuvens,
como os cegos em flores.
Na profunda noite,
deixa-me chorar
sobre os rios convulsos.
Na noite profunda,
deixa-me cair
entre os céus imponentes.
Na profunda noite deixa-me morrer
como pássaro inábil.
Na noite profunda.
- Cecília Meireles -
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| Thursday, 18-Aug-2005 00:00 |
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:.faz parte.:
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perder o rumo é bom
se perdido a gente encontra
um sentido escondido em algum lugar
- Engenheiros do Hawaii -
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| Sunday, 14-Aug-2005 00:00 |
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:.brasil.:
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santo antônio de lisboa - florianópolis
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...sonhe melodias e acorde cantando...
- J. Oliveira -
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| Wednesday, 10-Aug-2005 00:00 |
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:.Madrid.:
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Meus dias por aqui tem sido bem proveitosos.
No sábado fui a Segóvia, cidade pequena e muito smpática aqui perto. O passeio rendeu uma boa pernada de baixo de um sol escaldante e um calor infernal de quase 40 graus. Atravessamos a cidade a pé. Foi um belo passeio. O Aquaduto, o Alcázar, igrejas, muitas igrejas sinistras... escuras, frias.
Nesta noite, ainda que cansados, saímos com um grupo de brasileiros e portugueses e foi muito divertido. Dançamos a noite inteira, a noite rendeu boas risadas.
O domingo foi dia de Corrida de Toros. É um espetáculo impressionante. Eram 6 touros, 3 toureiros. Na morte do primeiro touro, eu, Giu e Marcola nem conseguimos olhar direito... deu um embrulho ver aquele touro grande e robusto sendo maltratado e caindo de maduro. Afe.. mas aí depois "acostuma"... no penúltimo touro já estávamos opinando sore uma "Morte bonita" ou nao... é... com o último touro já estávamos em casa... hehehe... Mas, valeu a pena. Todo o ambiente, as roupas, a pompa dos caras... é bonito de ver.
Segunda foi meu dia de passear sozinha. Fui ao centro de Madrid. Visitei o Palácio Real (dentro e fora), as praças ali perto, e, depois de três garrafinhas de água fui a Plaza Mayor almoçar. A temperatura deve ter suido a uns 40 e tantos graus esse dia... tava um bafo!! Na noite de segunda rolou a jogatina (poker) e muita, muita risada... fui dormir com dor no abdôme... foi muito divertido.
Ontem, por fim... eu e Marcola fomos a Toledo. Castilla e La Mancha. A cidade é linda! A sensaçao que dá é de estar entrando na história, regredindo aos anos 1500 e guaraná de rolha... o calor até cooperou... esse dia fez "só" 38, 39 graus... hehehhe Caminhamos um bocado, subimos e descemos ladeira pra caramba... mas valeu muito a pena. E essa foi uma noite de "soño prfundo".
Hoje rolou Museu do Prado e Museu de Arte de la Reina Sofia. Bárbaros!!!! Picasso, Miró, Rembrant, Rafael, Velasquez, Goya, Dali, El Greco, Caravaggio... aaaaaaaaaaaaaaaaa quase pirei!!!
Hoje tá friozinho...choveu pela primeira vez nos últimos 5 meses...
...os dias estao passando muito rápido...
beijos!
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| Thursday, 4-Aug-2005 00:00 |
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:.Salamanca.:
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o caminho na ida...
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sim... Tordesilhas, onde foi assinado o tratado... aqueeeele!!
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campos de girassol
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| | View all 35 photos... |
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Faço minhas as palavras da minha mae:
"O primeiro impacto foi antes de chegar. A planície plantada com feno ou girassois, no cair da tarde - e já eram 9 da noite - os outros campos secos mas com carvalhos redondos e pequenos, tudo regado pelo amarelo/laranja do sol poente. Muito contraste com a paisagem verde cheia de morros da Galícia. Depois foi ao chegar. Direto na Plaza Mayor nos levou o taxi pois nosso hotel ficava logo ali. CHEIA de gente, crianças, velhos e jovens, muitas luzes sobre as paredes de pedra que já viram tantas outras gentes passar. Depois do check in, passeamos pela praça onde, entre outras coisas, vimos uma TUNA... nao, nao o peixe, mas um grupo de estudantes de medicina, vestidos de cancioneiros da idade média, tocando e cantando em troca de moedas. Tuna é o nome destes grupos que cantam em praças e fazem serenatas, uma tradição em Salamanca. O ambiente alegre é contagioso, acolhedor, jovem. Eram mais ou menos 1/2 noite quando sentamos para comer umas "tapas" e pedimos um "completo ibérico", um prato cheio de embutidos fantásticos e queijo delicioso, para petiscar. Dia seguinte começou cedo pelos padrões locais: 10 horas. Com mapa na mão começamos o percorrido do que chamam de Salamanca Monumental - o velho centro com prédios belíssimos e muito antigos. Seguimos pela Calle Mayor até as Catedrais. A nova, indescritível, classificada por aqui como o último suspiro do gótico europeu, mistura gótico, romano e muitas outras coisas que resultam num impacto grandioso. É a nova porque foi construída colada na velha. A velha foi construída de 1140 ate 1289. A nova, que se sustenta sobre uma das paredes da velha, é de 1513, concluída 200 anos depois, e ambas estão sobre o morro mais alto da cidade (nao muito alto, é verdade). As fotos dao uma idéia da grandiosidade das duas, mas a nova é mais espetacular. Na frente das catedrais passa o bondinho turístico, e nele embarcamos para fazer um percorrido de 20 minutos pelo quase perímetro da zona Monumental. Depois fomos almoçar ali por perto e partimos para a Universidade. Típico de Salamanca - ou melhor - típico de nossa experiência em Salamanca foi ficarmos pasmos ante cada novo encontro com os monumentos. Da Universidade visita-se o prédio mais antigo, do século XII, universidade nascida das escolas para o estudo das Escrituras, de Alfonso IX de Leon, em 1218, e consolidade 50 anos depois pelo Alfonso X e, subsequentemente, ratificada pelo Papa Alexandre IV. (A fachada principal chama a atençao pelos detalhes... e existe a lenda de quem achar a caveira com um sapo na cabeça terá sorte. Nós achamos!! hehe) Tudo isto é interessante porque no espaço desta Universidade se deram grandes debates teológicos, com padres presos pela inquisição, soltos, elevados a reitor, uma história que mostra o percurso mesmo da Igreja Católica naqueles tempos. Hoje a Universidade nao está mais viculada ao poder eclesiástico e é uma das mais importantes da Espanha. Lamentavelmente, não tem curso nem mestrado nem doutorado em cinema! Mas é um lugar a se voltar. Dali fomos ao Convento de San Esteban... Muitas igrejas depois, voltamos para o hotel e fomos para um "Meson" para jantar uns suculentos sanduiches."
...definitivamente um lugar pra voltar!!
...amanha parto para Madrid e aí se incia o fim desta jornada... domingo tem tourada!!
beijos
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| Friday, 29-Jul-2005 00:00 |
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Uma correçãozinha básica... hehehe... sobre a Plaza Maria Pita, aquele belo palácio que lá está não é o palácio dela, ou onde ela morou, mas sim o Museu dos Relógios. Ela morou numa casinha beeem mais humilde numa ruazinha bem estreita da Ciudad Vieja. Fomos ate lá, onde hoje está o museu sobre sua vida e feitos.
Peculiaridades do modo de vida espanhol. A vida aqui começa a acontecer as 10 da manha, NADA abre antes disso!! O comércio TODO fecha às 2 para almoço e tem uma pausa de 2 a 3 horas para a cesta... ou seja, só pelas 4 ou 5 da tarde que tudo começa de novo até as 9 ou 10 da noite... e assim é... pra mim, apesar de o tempo de luz ser maior, parece que não rende, porque a manha é "perdida"... mas de nada adianta, por outro lado, acordar super cedo porque não se encontra nada aberto. Isso tudo porque os espanhóis se preocupam em dedicar tanta energia a diversão quanto ao trabalho, muitos adaptam seu trabalho a vida social e ao lazer. Quem pode pode... hehehe
Outra coisa que chama atenção, pelo menos aqui em La Coruna, é a despreocupação para estacionar os carros. As ruas não são lá muito largas, mas as pessoas estacionam do jeito que dá. Os carros enviesados, que se vê na foto da nossa rua, estão de fato estacionados... isso quando não param paralelos uns aos outros ou nas esquinas mesmo. Não há ônibus que passe e feliz daquele retrovisor que se salvar... hehe
Ramon Cabanillas, 21, na região de Los Mallos, aí estamos nós. Uma ruazinha cheia de lojinhas tipo 1,99 (aqui se chamam “cadena 100”, desde a época das pesetas) onde todo mundo se conhece e quase todos já sabem dos novos moradores brasileiros do bairro... heheh No final da rua está o nosso principal veículo de comunicação com o Brasil: a internet paga, que tem telefone barato e fax também... barato... hmm... isso é bem relativo... hehe
La Coruna de alguma maneira parece muito familiar. Talvez pela relação entre as pessoas ser mais calorosa, não são frios como os ingleses, sem falar do vento constante (como Floripa) e de que o calor aqui não é tão intenso. Ontem deve ter feito uns 15 graus... e só dava eu com duas blusas e dois casacos hahahah... Tinha gente de vestido, bermuda... brrrr.....
Um pouco de história... La Coruna teve um papel importante na história marítima da Espanha. Em maio de 1589 uma grande frota inglesa dirigida por Francis Drake chegava a baía de Coruna disposta a atacar a cidade como resposta a Armada de Felipe II, destruída em combate, em 1588, quando partiu daqui para a Inglaterra. Ao chegarem aqui os invasores se depararam com uma tropa pequena que dispunha de armamento medieval. A desproporção de forças entre os dois países foi compensado com o heroísmo dos defensores, cuja resistência evitaria a entrega de La Coruna as mãos inglesas. Segundo as crônicas locais da época, foi a intervenção de Maria Pita ao enfrentar os ingleses, que estavam a ponto de passar as muralhas, que tornou possível a salvação da capital Herculina. Mayor Fernandez de la Camara Pita, Maria Pita como é conhecida, vem de família modesta e se casou umas 4 vezes e hoje é tida como heroína. Chamam de capital herculina por causa da Torre de Hércules que é o farol mais antigo da Europa. Foi construído pelos romanos e reconstruído no século XVIII. Para chegar ao topo enfrenta-se 242 degraus... mas essa não encaramos.
Aproveitando a visita ao museu da Maria Pita ficamos para o Festival Maria Pita que começava. O show de abertura foi de uma banda local que toca música Celta. Tivemos uma hora de espera pelo show, porque o horário divulgado no jornal estava uma hora adiantado... mas mesmo com frio ficamos. A espera nem pareceu tão longa, porque foi movida a muita risada... tivemos um ataque de riso, sessão besteirol! E valeu muito a pena passar um pouco de frio... ver a noite cair, naquela praça, as luzes do palácio se acenderem... Tava tudo pra lá de poético... heheh aquela praça cheia de gente, o palácio ao fundo todo iluminado... e a música era ótima! Sábado quem toca é o nosso querido Ministro da Cultura (super divulgado e aclamado pela mídia aqui), mas o show não vai ser no mesmo local... além do que: é caro! O da praça era de graça e uma graça....(a ultima frase é da mãe)
Salamanca é a próxima cidade a visitar... domingo partimos...
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| Tuesday, 26-Jul-2005 00:00 |
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:.Portugal, "estáis a perceber?".:
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Bem... os planos eram que todos nós fossemos a Cidade do Porto fazer um passeio de barco e tal... mas resultou que, como segunda-feira foi feriado aqui na Espanha, nao tinha mais como fazer reservas: tudo lotado!
Aí, resolvi ir sozinha... o Giu estava em Portugal também e combinamos de nos encontrar na Cidade do Porto.
Ora poix!!! Até nem foi tao complicado de enteder o "purtuguês"... difícil foi segurar o riso com algumas expressoes peculiares... hehehe
Tivemos sorte... o prmieiro dia tinha um sol excepcional... caminhamos a beça, pra cima e pra baixo... devemos ter subido, ao todo, pelos menos uns 1000 degraus, entre os 225 da Torre do Clérigos.
Nossa primeira parada foi na Praça da Liberdade, na Avenida dos Aliados, uma bela avenida com predios antigos. Num extremo da rua está o predio da Câmara da Cidade do Porto (que confundimos com a Catedral da Sé num primeiro momento, mas nao da nada, hehe). Perto dali está a Torre dos Clérigos, a torre mais alta de Portugal. Subimos os 6 andares de escada, e tivemos o privilégio de ver toda a cidade do Porto do alto de 76 metros! O Rio Douro, várias outras igejas, as casinhas aglomeradas, as ruas estreitas...
Próxima parada: Catedral da Sé, a legítima! Ainda conseguimos entrar e tirar umas fotos, estavam fechando. A redondeza da Catedral é meio estranha, tentamos achar a saída para a Ribeira desde lá e acabamos num beco meio estranho.
A Ribeira está na beira (ahá!) do Rio Douro, e lá ficam bares e restaurantes um do lado do outro, como todos os prédios da cidade. Do outro lado do rio está a regiao das Caves de Vinho, na Vila de Gaia. Nesta noite ainda tivemos a honra de assistir a um show de fogos de artifício na beira do Douro, lindo! Deve ter durado uns 15 minutos a exibiçao.
No domingo resolvemos ir a Guimaraes, a primeira capital de Portugal. Nao há muito o que se ver por lá, a nao ser um Castelo lindo e uma espécie de vilarejo muito gracinha ali perto. Foi nesse vilarejo que almoçamos e presenciamos cenas bizarras no restaurante Cinecitta. O garçom falava sozinho, escolhia quem seria o próximo a ser atendido, nao permetia que se arredasse a mesa de perto da chuva, porque se nao obstruiria o caminnho (uma ova!!) e, "educadamente", gritava para os outros garçons o que faltava em cada mesa, no meio da clientela. O ápcie deste almoço se deu quando esta incrível criatura arremeçou seu bloquinho de notas a um outro garçom (uma criança diga-se de passagem), para que ele fosse adiantando o pedido e, claro, acabou acertando a garrafa de Refri de uma mesa... se aproximou do cliente, pediu "mil desculpas, mesmo!" e ficou por isso... pelo menos a comida era boa! Tem coisas que você só vê em Portugal! Como o guia de museu que mais parecia o mordomo da família Adams, com um ar muito sinistro, que nos guiou por uma exposiçao de Arquiologia, e a cada duas plavras, ele dizia em um tom grave de voz e um bom sotaque português: "estáis a perceber?" Dava até medo de dizer que nao. Foi engraçado. No vigésimo "estáis a perceber" eu quase nao controlei o riso... coitado (já diria a vó).
No terceiro e último dia a chuva nao deu trégua, mas ainda assim deu pra subir até o Mosteiro da Serra do Pilar, visitar o Cálem (Cave de Vinho do Porto)... e pegar todos os museus possíveis e imagináveis da cidade fechados em plena segunda-feira!!
A única coisa certa que tínhamos era o ponto de encontro e a vontade de conhecer o Porto... acho que, entre alguams ratiadas com o mapa (hehe), umas perdidas de rumo básicas e muita subida de ladeira (e como!), cumprimos nossa meta!
Foi um ótimo final de semana.
Por aqui, a mae, o pai e a vó, andaram conhecendo os arredores. Foram a cidades próximas e, ao que parece, muito bonitas também.
Beijos a todos!
**a mesinha que nao podia ser removida
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